FUMICULTURA

AFUBRA APRESENTA A MAGNITUDE DO TABACO EM CAMAQUÃ

Por: Ascom | Publicado: 06/10/2023 às 10h41 | Atualizado: 06/10/2023 às 19h03
AFUBRA APRESENTA A MAGNITUDE DO TABACO EM CAMAQUÃ Camaquã é o sexto maior produtor de tabaco do Rio Grande do Sul e o 12º no Sul do Brasil
AFUBRA APRESENTA A MAGNITUDE DO TABACO EM CAMAQUÃ Camaquã é o sexto maior produtor de tabaco do Rio Grande do Sul e o 12º no Sul do Brasil

A importância do setor do tabaco foi apresentada hoje (05/10) durante a reunião almoço da Associação Comercial e Industrial de Camaquã (Acic), no centro-sul do Rio Grande do Sul, pelo presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcilio Laurindo Drescher. Para abrir a reunião, a presidente da Acic, Paola Longaray Fonseca, agradeceu a Afubra pela presença.

“A Afubra é parceria nossa e do município, proporcionando ações para o produtor e para o comércio. O produtor é importante para nós, pois movimenta os nossos negócios”.

Camaquã é o sexto maior produtor de tabaco do Rio Grande do Sul e o 12º no Sul do Brasil, com 2.253 famílias produtoras que produziram 11.023 toneladas em 5.101 hectares e que tiveram um faturamento bruto de R$ 193.568.463,16, na safra 2022/2023.

“Temos que ter em mente que o setor movimenta não somente o interior, mas, desde a produção de insumos, transportes, geração de empregos, tanto no campo ou na cidade”.

Drescher enfatizou que o produtor de tabaco é diversificado. “Nossas pesquisas, na safra 2022/2023, mostram que 59% da renda é do tabaco, mas é incrementada com 12% da renda de origem vegetal e 29% de origem animal. Porém, para o produtor ter o mesmo faturamento que tem com um hectare de tabaco é preciso 6,37 hectares de soja ou 7,66 de milho”, explicou.

Sobre a Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (COP 10) e a Terceira Sessão da Reunião das Partes do Protocolo para Eliminar o Comércio Ilegal de Produtos do Tabaco (MOP 3), que acontecem no Panamá, em novembro, o presidente da Afubra disse que a principal preocupação do setor é o posicionamento do Brasil.

“Não temos acesso, como representação dos produtores de tabaco, para levar as informações. E estamos solicitando que sejamos ouvidos para que possamos contribuir na posição do Brasil na conferência das partes”.

Foto: Divulgação Cristal Web Rádio 
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