Um terapeuta holístico foi condenado em 6 anos e 8 meses de reclusão, no regime semiaberto por praticar crimes de violação sexual em Canoas, entre os anos de 2018 e 2020.
Ele dizia curar os males, sofrimentos psíquicos, e prosperidade financeira. As práticas sexuais consistiam em toques nas regiões íntimas, masturbações e sexo oral.
Uma delas manteve relações sexuais e chegou a enviar fotos e vídeos íntimos.
Outra vítima foi constrangida a fazer polichinelo nua, técnica que o denunciado chamava de “bate palminha”.
Segundo o acusado, todas as práticas faziam parte da “terapia sexual”, intitulada "Kundaline", que era uma energia vital e que ativava pontos do cóccix, de acordo com o réu.
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