Um homem de 38 anos denunciado pelo Ministério Público foi condenado por homicídio qualificado (meio cruel, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio) cometido contra sua ex-companheira. Deivis Lobato Braga foi sentenciado a 17 anos de prisão em regime inicial fechado.
Conforme a promotora de Justiça que atuou em plenário, Graziela Vieira Lorenzoni, Deivis utilizou ácido para matar Ariana Victoria Godoy Figuera em 12 de dezembro de 2019. A substância causou lesões letais provenientes de queimaduras de terceiro grau na face e no tórax.
Segundo o prontuário hospitalar, as causas do óbito foram insuficiência respiratória, queimadura da laringe e da traqueia, vitriolagem, queimadura e corrosão da pele em 20% da sua extensão.