O júri do policial militar aposentado acusado de matar o filho, um bebê, e mais quatro pessoas em Porto Alegre, que começou nesta terça (30), foi dissolvido após uma discussão entre o promotor de Justiça Eugênio Paes Amorim e um dos advogados de defesa do réu, Leonardo Reinaldo Duarte. O novo júri deve ser marcado para 28 de fevereiro de 2023.
Os crimes ocorreram em 24 de maio de 2016. As vítimas do crime foram Luciane Felipe Figueiró; a mãe dela, Lourdes Felipe; o irmão, Walmyr Felipe Figueiró; o filho dela, João Pedro Figueiró; e o bebê, Miguel Felipe Figueiró. Os quatro primeiros foram baleados. Ao sair do local, o acusado teria acionado o gás de um queimador do fogão e deixado o bebê para morrer por asfixia ou inanição, aponta a denúncia.
Os corpos só foram encontrados nove dias depois, em estado de decomposição, dentro de uma casa na Zona Norte da capital Gaúcha.
Conforme a denúncia do Ministério Público, o réu agiu motivado pela insatisfação com o nascimento do filho, fruto de relação extraconjugal com uma das vítimas. O acusado teria receio de que ela exigisse dinheiro em razão disso.
Foto: Divulgação Cristal Web Rádio
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