No seu discurso durante o ato solene de inauguração da segunda ponte sobre o Rio Camaquã, na tarde desta sexta-feira (30), o ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou que participou de todas as etapas do empreendimento, desde a assinatura da ordem de serviço até a entrega da obra.
“Poucos ministros dos Transportes, na história do Brasil, tiveram a oportunidade de iniciar a construção de uma ponte com 680 metros de extensão e entregá-la concluída dentro do mesmo mandato”, afirmou.
Além da duplicação da BR-116 e do viaduto de acesso ao município de Cristal, Renan Filho citou outras obras de infraestrutura em andamento no Rio Grande do Sul e em diversas regiões do país, ressaltando o volume de investimentos federais em rodovias e ferrovias.
Com trajetória política que inclui dois mandatos como prefeito, passagem pela Câmara dos Deputados e eleição ao Senado por Alagoas, Renan Filho lembrou que assumiu o Ministério dos Transportes a convite do presidente Lula, com a missão de “botar o Brasil para funcionar”, promovendo geração de emprego e desenvolvimento por meio da construção e recuperação de estradas e ferrovias.
O ministro também criticou o modelo de cobrança de pedágio na região. Segundo ele, o contrato foi firmado originalmente pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul e, cerca de dois anos depois, repassado à União. “O governo federal construiu a ponte que estamos inaugurando hoje, mas quem cobra o pedágio é uma empresa contratada pelo Estado”, pontuou.
Renan Filho garantiu ainda que o contrato vigente não será renovado e que uma nova licitação será realizada para redefinir a concessão.
Foto:Divulgação Cristal Web Rádio
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