A reportagem da Cristal Web Rádio e Cristalense FM registrou neste outono, no Dia do Trabalho (01), um tênue curso de água no leito do Rio Camaquã.
O machado e o arado comandados por braços ávidos por lucro, a qualquer custo, acabaram com as nascentes. Um numero incalculáveis de vertentes que emergiam do subsolo, protegidos pela vegetação.
Onde está a água? Foi a estiagem? Está chovendo menos do que outrora? Não, os mini rios que somavam as suas jusantes e formavam as sangas que, por sua vez, desaguavam no córrego maior, chegando as suas aguas no rio, na Lagoa dos Patos e nos oceanos que estão interligado no planeta.
Dói muito presenciar as consequências da maldade humana, que agride a sua própria casa sem dó. A humanidade está caminhando a passos largos para o fim, com excesso de água (efeito estufa) salgada e doce poluída.
Foto: Divulgação Cristal Web Rádio
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