A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) divulgou, nesta sexta-feira (2/2), o oitavo boletim do projeto Balneabilidade da temporada 2023/2024. Dos 91 pontos analisados no Estado, 83 estão próprios para banho e oito apresentam condição imprópria. São eles:
Barra do Ribeiro - Praia Recanto das Mulatas - Lago Guaíba
Candelária - Balneário Carlos Larger - Rio Pardo
Dom Pedrito - Praia Passo Real - Rio Santa Maria
Pelotas - Valverde - Trapiche
Pelotas - Valverde - Av. Sen. Joaquim A. de Assunção
Santa Vitória do Palmar - Barra do Chuí
Santa Vitória do Palmar - Balneário do Porto - Lagoa Mirim
Torres - Praia da Cal - Av. Independência
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Voltaram à condição própria nesta semana um ponto em Xangri-lá (Rainha do Mar) e dois pontos na cidade de Imbé (Mariluz e Santa Terezinha), no Litoral Norte.
A Praia da Cal, em Torres, única que segue imprópria na região, registrou baixos valores da bactéria Escherichia coli nas últimas duas semanas. Se assim continuar, voltará a estar balneável a partir do próximo boletim.
Já Valverde - Trapiche, em Pelotas, ponto que aparece na lista de impróprios desde o primeiro boletim, divulgado em 15 de dezembro, vem apresentando altos valores e, portanto, não tem perspectiva de mudança na classificação no mês de fevereiro (mais informações sobre como funciona a análise estão mais abaixo).
O mergulho nesses locais oferece riscos à saúde. A recomendação é que os banhistas evitem pontos impróprios e arredores, especialmente junto às águas que chegam às praias por tubulação, arroios ou rios.
O alerta vale principalmente para crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade. Os sintomas mais comuns após o banho em áreas contaminadas são diarreia, dor abdominal e enjoos.
Divulgação
O monitoramento da qualidade da água é feito semanalmente, e os boletins são divulgados sempre às sextas-feiras no site da Fepam, mídias sociais e no web aplicativo Balneabilidade.
Os avisos de local próprio ou impróprio para banho também devem estar em destaque em placas informativas fixadas nos pontos de coleta de água.
A instalação das placas e atualização do resultado da semana (próprio ou impróprio) é de responsabilidade das prefeituras, já que essa é uma questão de saúde pública.
Foto: Divulgação Cristal Web Rádio
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