Os gaúchos foram atingidos de todas as formas com as enchentes. Além das perdas de vidas e materiais, muitas famílias perderam memórias afetivas que estavam registradas em fotos, quadros ou digitalizadas em aparelhos celulares e câmeras digitais.
Pensando nisso, o Núcleo de Antropologia Visual (Navisual) da Ufrgs, criou uma iniciativa para ajudar na recuperação dessas imagens. Porém, devido à grande procura pelo serviço, os responsáveis listaram algumas orientações para que qualquer pessoa possa melhorar a qualidade das fotos afetadas. Confira:
- O resgate depende do tamanho do dano, do tipo de papel e da técnica de impressão.
- É importante que a pessoa utilize luvas de borracha, avental, óculos de proteção ou máscara facial para manusear o material.
- Uma das recomendações é não tocar diretamente na imagem, mas sim nas pontas.
- Primeiro passo é tirar uma foto com o celular antes de fazer qualquer procedimento.
- Se for necessário limpar, coloque a fotografia em uma bacia com água limpa e fria. Caso ainda precise de limpeza, repetir a técnica, sem utilizar água corrente.
- Deixe as fotos secarem sobre um papel absorvente, deitadas com a parte da imagem para cima, em local ventilado, sem sol, por pelo menos 72 horas.
- Depois da secagem, colocar dentro de um livro pesado.
Mais informações podem ser obtidas pelo email: [email protected]
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Foto: Redes Sociais | Divulgação Cristal Web Rádio
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