A obra de ampliação do Hospital Nossa Senhora Aparecida, em Camaquã, segue em andamento, mas o cronograma previsto inicialmente sofreu atrasos. A expansão, considerada essencial para qualificar a estrutura e aumentar a capacidade de atendimento, tem provocado impactos diretos na rotina de pacientes e profissionais.
Hoje, o hospital enfrenta dificuldades em função da restrição temporária de espaços causada pela construção, do aumento expressivo da demanda regional e da ampliação das especialidades oferecidas. Esses fatores, somados, têm pressionado os serviços e ocasionado momentos de superlotação e espera prolongada.
Na manhã desta terça-feira (09), o secretário municipal da Saúde, Tiago Martins, foi recebido no Programa do Bartz para comentar o cenário atual. Martins, que tem destaque por sua atuação regional e estadual, também representa o Rio Grande do Sul no CONARES, Conselho Nacional de Representantes Estaduais, instância que reúne conselheiros estaduais de saúde de todo o país. Sua participação no conselho reforça o diálogo constante entre o município, o estado e a esfera nacional sobre políticas e demandas de saúde.
Durante a entrevista, o secretário afirmou que os transtornos enfrentados no momento são reflexo de uma fase de transição necessária. Segundo ele, a ampliação do hospital permitirá melhorar significativamente o atendimento à população de Camaquã e aos municípios da região, ampliando leitos, serviços especializados e a estrutura física disponível.
Apesar do atraso, a direção do HNSA segue acompanhando as etapas da obra e adotando medidas para minimizar os impactos sobre os usuários. A expectativa é de que, após a conclusão, o hospital consolide-se ainda mais como referência regional, oferecendo um atendimento mais moderno, eficiente e humanizado.
Foto:Divulgação Cristal Web Rádio
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SAÚDE PÚBLICA