Curiosidades sobre a vida: “Cigarro\tabaco, história e seus efeitos”.
Quando Cristovão Colombo chegou à América, descobriu também o tabaco; os índios acreditavam que o tabaco tivesse propriedades medicinais, por isso Colombo introduziu a erva na Europa, iniciando pela França, que deu o nome de “Nicotina”, porque o francês Jean Nicot, divulgou os efeitos curativos de cicatrização.
No início, a nicotina era consumida por meio de cachimbos e charutos, pela inalação de rapé (em pó) e pela mastigação das folhas do fumo, os cigarros só ficaram populares a partir do século XX e seus malefícios começaram a ser estudados e divulgados a partir de 1960.
O cigarro provoca fortes e persistentes efeitos no cérebro e comportamento, agindo sobre o sistema nervoso central, aumentando a quantidade de dois neurotransmissores: noradrenalina (norepinefrina) e a dopamina, ligadas a sensação de motivação e bem estar.
A nicotina ingressa na corrente sanguínea pela superfície dos pulmões e é transportada rapidamente para o cérebro e o desejo de fumar começa quando o nível de nicotina cai e/ou quando o fumante faz um uso comportamental do cigarro (após refeições ou situações de estresse). A falta da nicotina provoca vários sintomas desagradáveis, irritabilidade, frustração ou raiva, inquietação, ansiedade, dificuldade de concentração, diminuição da frequência cardíaca e avidez pelo cigarro.
Solange de Oliveira
Psicóloga Especialista em Saúde da Família e Sexologia Humana.
CRP 07\11680





